Hortelã Graúdo

Hortelã Graúdo

R$ 15,00Preço

Nome científico: 

Plectranthus amboinicus (Lour.) Spreng.

Família: 

Lamiaceae

Sinonímia popular: 

Malvarisco, malvariço, hortelã-graúda, hortelã-da-folha-grossa, hortelã-de-folha-grande.

Sinonímia científica: 

Coleus amboinicus var. violaceus Gürke

Partes usadas: 

Folha, seiva (espremida da folha).

Constituintes (princípios ativos, nutrientes, etc.): 

Flavonoides (quercetina, apigenina, luteolina, salvigenina, genkwanino), terpenoides, saponinas, esteroides, taninos, proteínas, hidratos de carbono, óleo volátil

Propriedade terapêutica: 

Cicatrizante, carminativo, vulnerário, antimicrobiano local, antirreumático, anti-inflamatório, antitumoral, demulcente, balsâmico, protetor da mucosa bucal.

Indicação terapêutica: 

Feridas, febre, asma, tosse, dor (cabeça, garganta), afta, picada de escorpião e centopeia, dispepsia, sarna, úlcera, bronquite, queixa geniturinária, bronquite.

 

P. amboinicus é considerado cicatrizante de feridas. 

Na Indonésia é usada para tratar feridas, febre (interna e externamente), asma, tosse (suco ou decocção das folhas) e dor de cabeça (externamente). Em farmácias deste país as folhas são conhecidas como "Folia colei" e são comumente mascadas para tratar afta.

Na Malásia a decocção das folhas é dada após o parto e o suco para tratar a tosse. 

Nas Filipinas folhas frescas maceradas são aplicadas externamente em queimaduras, picadas de centopéias e escorpiões, dor de cabeça e a infusão de folhas como um carminativo para tratar dispepsia e asma.

Na Tailândia é usada para tratar feridas e aliviar a tosse. 

Em Papua-Nova Guiné (país da Oceania) cortes, feridas e sarna são tratados com a seiva espremida das folhas aquecidas.

Na Indochina é usada para tratar asma, bronquite, picadas de inseto, ainda como peitoral e vulnerário. 

Na Índia é útil em tratamento de queixas do sistema geniturinário.

Em La Réunion (ilha francesa do Oceano Índico) o suco da folha é empregado na cura de feridas e gripe. 

No Brasil, P. amboinicus é usada para tratar úlceras de Leishmania (parasita causador da leishmaniose), doenças de pele, uso tópico em furúnculo e micose superficial, constipação, cefaleia, tosse, rouquidão, febre e problemas do aparelho digestivo [1,2]. 

A análise química qualitativa revela a presença de flavonoides (quercetina, apigenina, luteolina, salvigenina, genkwanino), terpenoides, saponinas, esteroides, taninos, proteínas, hidratos de carbono e óleo volátil no pó da folha [3].

 Dosagem indicada [4]

Tosse, rouquidão, bronquite, inflamação da boca, dor de garganta. Uso tópico em afecções de pele. 

  • Infusão: picar 2-3 folhas numa xícara e verter água quente. Abafar por 10 min. Coar e tomar 1 xícara 2-3 vezes ao dia.
  • Xarope: Tomar 1-2 colheres de sopa 3 vezes ao dia.
  • Balas ou pirulitos: apurar o xarope de maneira convencional.
  • Lambedor: as folhas inteiras depois de lavadas podem ser sugadas lentamente, uma a uma, com açúcar ou mel, até seis folhas por dia.

 Culinária
As folhas são usadas na Indonésia e as Filipinas como um tempero para dar fragrância para pratos. No Vietnã, as folhas são frequentemente utilizadas como condimento em uma popular sopa agridoce, em pratos de carne e ensopados. Na Índia as folhas são comidas cruas com pão e manteiga.

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